Síndrome Das Pernas Inquietas, o Que Fazer Para Aliviar?

Depois de um dia agitado não há nada melhor do que chegar em casa, tomar um banho para aliviar a tensão e dormir. Mas, quando a pessoa começa a sentir dificuldades para dormir e não consegue se acalmar ao se deitar é preciso ficar atento, pois pode se tratar da síndrome das pernas inquietas.

Já ouviu falar sobre essa síndrome? Sabem quais são os seus sintomas? Muitas pode-se confundir com uma simples afobação ou agitação convencional, mas muitos se enganam, vamos ver mais sobre esse tema:

O que é a síndrome das pernas inquietas?

A síndrome das pernas inquietas pode ser entendida como um distúrbio que ocorre geralmente durante o sono, trata-se de uma aflição, de uma agonia nas pernas, é uma sensação desagradável que faz com o que a pessoa precise massagear e fazer algo para aliviar essa sensação o mais rápido possível, pois é extremamente desagradável.

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Muitas vezes é necessário se levantar da cama para alongar para que haja melhora, afinal, a pessoa não consegue repousar com tamanha aflição.

Sintomas da síndrome das pernas inquietas.

Os sintomas podem variar um pouco de pessoa para pessoa, mas alguns deles podem ser reconhecidos em quase todos os indivíduos. Vale lembrar que os sintomas podem se manifestar durante a noite, mas também há casos em que eles surgem durante o dia. Não podemos confundir a síndrome das pernas inquietas com “movimento periódico das pernas” que ocorre depois que o indivíduo já está dormindo.

Os sintomas das pernas inquietas são:
• Agitação involuntária
• Arrepios
• Coceiras
• Comichões
• Contrações musculares
• Dores
• Fisgadas
• Formigamentos
• Latejar
• Pontadas

Os sintomas normalmente são facilmente notados e trazem uma sensação desagradável e que faz o indivíduo ficar agitado atrapalhando a qualidade do sono.

Causas da síndrome das pernas inquietas.

síndrome das pernas inquietas massagear as pernas

As causas da síndrome das pernas inquietas podem ser as mais variadas, mas algumas delas devem ser levadas em consideração:
• Hereditariedade: quando há casos na família é possível que o indivíduo tenha predisposição para apresentar o mesmo quadro;
• Tabagismo: os fumantes podem apresentar esse quadro com mais facilidade;
• Idosos: alguns idosos podem manifestar a síndrome das pernas inquietas, além de algumas doenças que são “comuns” nessa faixa de idade, a síndrome pode surgir nessa idade, por isso, é importante que o cuidador esteja atento às noites de sono desse idoso;
• Cafeína: o consumo excessivo de cafeína pode trazer o quadro ao paciente;
• Estresse: o estresse e ansiedade podem ser motivos das causas da síndrome das pernas inquietas, o alto índice de estresse é fator decisivo;
• Obesidade: atrapalha a circulação, aumento de glicemia e gordura no sangue, esses fatores decorrentes da obesidade podem desencadear a síndrome das pernas inquietas;
• Álcool: assim como o tabaco, o uso de bebidas alcoólicas pode ser prejudicial à saúde e trazer o quadro da síndrome das pernas inquietas também;

Tratamento da síndrome das pernas inquietas.

Normalmente o tratamento para combater a síndrome das pernas inquietas está associado a mudanças de hábitos no cotidiano e também medicação indicada pelo médico.
É importante seguir o que o seu médico recomendar, mas o que pode ser feito de imediato para alívio das sensações desagradáveis são:

• Banhos ou compressas mornas;
• Diminuição do consumo de café ou qualquer outro alimento que tenha cafeína, como chás;
• Diminuição do consumo de tabaco e álcool;
• Evitar alimentos que não são saudáveis e podem levar à obesidade, anemia e más condições de saúde;
• Fazer exercícios físicos regularmente, ajudando a manter sua circulação sempre em dia;

síndrome das pernas inquietas
Quando se segue as orientações médicas e tomam-se os medicamentos receitados por ele após um diagnóstico exato, a probabilidade de melhora é sempre grande. Após aliar o medicamento com hábitos saudáveis, será fácil notar as mudanças positivas e a síndrome das pernas inquietas não será mais prejudicial na qualidade do seu sono. Não deixem de compartilhar esse artigo nas redes sociais, até a próxima!

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